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Precificação de produtos para loja física: aprenda a fazer corretamente

Para aqueles que trabalham diariamente com muitos produtos, o ato de precificar é rotina. Padarias, supermercados, mercearias, sapatarias, lojas de roupas e demais estabelecimentos como esses têm que, se não todos os dias, ao menos uma vez por mês, realizar atividades de precificação.

Mas, apesar de parecer simples, a precificação de produtos pode dar muito trabalho aos empresários e colaboradores no geral. Afinal, se mal feita, ela impulsiona prejuízos à empresa.

Pensando na importância e no poder desse processo, reunimos neste artigo as principais informações sobre o tema. Confira!

O objetivo da precificação de produtos

A precificação de produtos deve ser feita com o objetivo de obter lucros, cobrir gastos, além de estimular mais vendas. Isso significa que, para não perder dinheiro, é imprescindível saber o custo real do produto.

Nesse sentido, empresas que prestam serviços, em vez de comercializar produtos, podem ter um desafio maior pela frente. Afinal, é necessário calcular as horas trabalhadas em cada serviço prestado por cada colaborador para construir os valores. Um exemplo interessante desse desafio são as agências de publicidade, as quais, muitas vezes, utilizam uma ferramenta chamada timesheet para controlar o tempo investido em cada parte do processo de criação.

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Por outro lado, as empresas de produtos precisam ter em mente quanto pagaram pela mercadoria, pelo transporte e por demais custos que podem estar envolvidos no processo. Mas, além desses valores, um fator que não pode ser deixado de lado são os tributos. Por isso, entenda em detalhes o ICMS, o regime tributário de seus fornecedores e da sua empresa, ou o regime especial, e ainda o PIS e o Cofins.

A importância de saber precificar corretamente

Sabemos que uma boa precificação impulsiona ou desacelera as vendas de um produto ou serviço oferecido. Caso ela esteja acima do que a persona pode pagar — pessoas a quem se destina suas ofertas —, muito provavelmente suas propostas não serão eficientes. Por isso, é necessário entender o poder aquisitivo do seu público, o quanto ele pode investir, se ele está disposto a realizar esse investimento e se esses valores atendem a sua operação.

Vale lembrar também que, além de estimular as vendas, uma boa precificação abre margem para futuras promoções. Isso porque quando ela é bem realizada, os gestores comerciais e de marketing conseguem construir campanhas com maior flexibilidade.

Por outro lado, uma má precificação pode levar a empresa ao prejuízo e, em alguns casos, à falência. Restaurantes constituem um dos exemplos mais complexos nesse sentido. Devido à alta complexidade de precificação das porções utilizadas, muitos gestores enfrentam problemas na saúde financeira do negócio provocados por más precificações.

O que deve ser avaliado nesse processo

Para não acumular esses prejuízos e se beneficiar das vantagens que um bom processo de precificação proporciona, leve em consideração os custos de sua operação, a concorrência e os preços praticados por ela, e a relação entre oferta e demanda pelo seu produto ou serviço — fator muito importante para que você aumente seus lucros. Afinal, o gatilho mental da escassez funciona muito bem com o público quando o assunto é senso de urgência para realizar compras.

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